Relatório de Bordo - Em Busca da Idéia Original

25/08/2008

Pessoal, desculpe minha ausência.

Voltei blogando uma matéria muito boa sobre 10 dicas para ser um bom diretor de arte, retirado do site http://www.gogojob.com.br/?p=162

Abs!

10 dicas para um Diretor de Arte - Por Anderson “Caniço” Lima
22/08/07

1) Ser um bom redator;
Pode parecer estranho, mas esse é um bom primeiro passo. Trabalhei com um diretor de arte que era bom, mas não sabia a diferença entre x e ch. Se o diretor de arte consegue bater uma bola de igual para igual com o redator, fica mais fácil que os trabalhos saiam com a qualidade esperada. Diretor de arte tem que ter idéia, pensar, sugerir; nada impede que a linha criativa de uma campanha venha do diretor de arte. Se esse profissional vive isolado no mundinho de anúncio-sacadinha-com-marquinha-minúscula-com-cara-de-Archive, só vai conseguir executar o que os outros criam.

2) Ver a publicidade como exemplo do que não fazer;
Todo mundo já ouviu falar nisso de que “é obrigatório ver o que estão fazendo por aí”. Mas eu levo isso comigo: referência publicitária só serve para ver o que não devemos fazer, pois se está no anuário, claro, alguém já fez. Vamos lá: uma peça publicitária geralmente vem de uma idéia, resultado das últimas influências que você teve. Se o que você vê é só publicidade, então fica complicado criar algo realmente novo.

3) Mensurar seus próprios prazos de acordo com seus próprios limites;
Não adianta ser genial se a campanha não está na mesa do atendimento no prazo certo, e esse parece ser o grande drama da vida do diretor de arte. Como medir o tempo para executar aquilo que você nem começou a fazer? Para ser sincero, até hoje eu tenho dificuldade. Com o tempo a gente aprende a perceber qual caminho vai ser mais possível dentro do prazo que você tem. E pode ter certeza: isso é o que o dono da agência, o atendimento e o cliente mais querem de você.

4) Ver na arte a matéria-prima de seu trabalho;
Livros, revistas, discos, artes plásticas, filmes, paisagens, fotos; isso sim é matéria-prima para o trabalho de um bom diretor de arte. Não consigo conceber um diretor de arte que não experimenta, que não vive arte, que não produz algo em paralelo – que sirva como estudo, como pesquisa para que seu trabalho não se torne repetitivo e superado. Até hoje, não vejo meu trabalho como um emprego, como uma coisa que eu faço das 8 às 18h e pronto. Se eu não viver diariamente a arte, não me sinto apto para trabalhar como dir. de arte.

5) Manter o ego fora da criação e trazer todo dia o espírito de equipe;

O ciúme pelo próprio trabalho deve ter um limite. É simples: se seu dupla, diretor de criação, atendimento ou cliente não foram conquistados pelo seu trabalho, alguma coisa está errada – mesmo que o erro esteja em você trabalhar em um mercado limitado, acostumado ao comum. Então, viver estressado pelo trabalho que nunca fica do jeito que você quer não é lá uma rotina muito produtiva. É preciso ter controle do próprio ego, e dar valor ao espírito de equipe. O trabalho pode não sair do jeito que você esperava, mas vai sair com a cara que é consenso na equipe.

6) Pensar mais no job, no cliente, no mercado e menos em Cannes, no concorrente, no colega ao lado;
Faz muito bem para o ego e para sua satisfação pessoal ter um trabalho reconhecido pelos seus pares. Mas o objetivo do publicitário é encurtar a distância entre o cliente e o consumidor, ponto. E se o trabalho ficou lindo, toda a equipe curtiu e o cliente não ganhou nada com isso? Campanha boa não é só criação, é mídia, planejamento, é tudo junto. Se o diretor de arte tem uma visão ampla da sua função na equipe, vai perceber que existe o jeito certo de fazer um layout para cada segmento, público, oportunidade de mercado.

7) Alimentar o cérebro (sempre dando alguma atenção ao que você não conhece ou não gosta);

Sempre ouça um disco que nunca ouviu. Sempre leia um livro que lhe pareça difícil. Sempre tenha um olhar crítico sobre as coisas. Sempre saia do quadrado em que vive. E se amanhã cair na sua mão uma campanha que pode mudar sua carreira, mas o público é de gays de 25 a 35 anos, será que o caminho para a direção de arte que você vai seguir é cheio de arco-íris? Será que seus layouts não estão sendo limitados pela sua visão reduzida sobre as coisas? Sempre faço esse exame de consciência.

8) Matar mesmo, um leão por dia;
Produtividade é importante. Se seu prazo é de uma semana, mate o trabalho em 3 ou 4 dias. Não precisa ter pressa, precisa ser consciente sobre uma reação muito simples. Às vezes cai um job casca-grossa na sua mão. Às vezes cai um filé. Quanto mais rápido você conclui seus trabalhos, mais campanhas caem na sua mão, e mais chances de encarar bons jobs você vai ter. O resultado é um portfólio menos recheado com fantasmas, que quase sempre são peças isoladas; eu prefiro os portfólios cheios de cases, com trabalhos reais, que aconteceram, que deram resultado.

9) Ter uma rede de contatos que te leve a uma boa vaga;
Uma vez eu dirigi uma designer que tinha uma sensibilidade diferenciada, trabalhos delicados, cuidadosos, bonitos. O problema é que ela atuava em um mercado dominado pelo varejo. Não precisa ser um gênio para entender que ela seria bem mais feliz ouvindo todo dia um “ótimo, gostei”, do que um “é, dá para apresentar, mas o cliente vai chiar”. Aproveite os congressos, premiações e messenger para manter seus colegas conhecedores do seu trabalho: isso pode ser vital para encontrar a vaga que se encaixe no seu perfil.

10 Conhecer e ter o respeito de fornecedores, colegas que completam o seu trabalho. Sair da criação para acompanhar o parto das suas peças.
Você quase nunca vai ser totalmente responsável pelo resultado visual dos seus trabalhos. Até chegar às ruas, seu rough vai ter passado por você, pelas críticas do diretor de criação, atendimento e cliente e ainda pela competência do fotógrafo, do arte final, do editor de video, etc. Se você conhece bons fornecedores, use a habilidade alheia para elevar o nível do seu trabalho. Mas não confie totalmente no outro, seja ativo a ponto de acompanhar a produção das partes do seu trabalho, garantindo que as peças se pareçam com o que você realmente criou.

Anderson Lima é diretor de criação da Núcleo Zero (Maceió-AL).


Escrito por relatoriodebordo às 15h59
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10/07/2008

Na faculdade aprendemos que em cada país as propagadas se modificam e a linguagem se torna diferente, em alguns países como o Japão deve-se tomar cuidado com cores afinal a cultura oriental tem costumes diferentes dos padrões de outros países.

Na Rússia, existem propagandas muito interessantes, possuem um diferencial de linguagem considerados aqui no Brasil como poluído.

Postei algumas propagandas bacanas.

Mais imagens em: http://www.flickr.com/photos/bpx/sets/72057594117941491/


Escrito por relatoriodebordo às 10h58
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08/07/2008

O poder da imagem na publicidade.


Escrito por relatoriodebordo às 16h21
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Pessoal, vou postar um pouco sobre logotipos, legal é ver como as marcas mudam seus logos com o tempo, a transformação é bacana.

Uma bela prova de quanto mais simples, melhor.


Escrito por relatoriodebordo às 10h05
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06/07/2008

 

Olha só eu postando no final de semana, assisti o comercial do Omo multi-ação que está passando na tv aberta, identifiquei coisas muito legais, espero q gostem.
Quem ainda não viu vale a pena ver, ainda mais depois deste post.

Vamos lá, primeiro quero comentar da influencia das crianças nos produtos de consumo, é muito forte, então quando você vende um produto voltado ao público adulto é legal sempre ter uma sacada infantil para estimular a influencia das crianças, "Mãe, compra o sabão do homem aranha", quem é pai ou mãe sabe muito bem que isso existe...rsrsrs...

Pois bem, alguém notou q o homem aranha tem em sua fantasia as cores do produto?????
Isso é para conciliar a marca ao produto, isso dá certo e muito certo.

Agora vamos descobrir porque dá certo isso.
O homem aranha é imbatível é diferente dos outros super heróis e cai por nós é fantástico.
Faz com que você imagine que o produto faz milagre, é o salvador do seu dia.

Além do mais, “Toda criança tem o direito de usar sua roupa favorita”, ou quer dizer, liberdade para as crianças e estimulo para os pentelhos de plantão, é um chamaris para as crianças e uma alternativa para os adultos.

A Omo mostra sua posição: “Percebemos que, apesar de ser internacional, o Homem Aranha é um ícone muito forte para as crianças", justifica a gerente de marketing Juliana Carvalho.

Também uma ação com a verba de R$ 40 milhões é mais q um incentivo aos publicitários a venderem, com essa verba venderia até gelo para esquimó.

Para quem não viu ainda, vale a pena ver.


Escrito por relatoriodebordo às 22h10
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04/07/2008

Para quem se pergunta, "O que a publicidade vem fazendo para diminuir os acidentes de trânsito se só sabem vender bebidas".

Acho q a seguir temos a resposta. Até a publicidade é contra a lei seca mas também não quer ser responsável pelos inresponsáveis. 


Escrito por relatoriodebordo às 17h54
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Pessoal.
Vamos a um assunto sério.
Todos já ouviram isso na vida, não será a primeira vez, mas vou mesmo assim enfatizar.
Para ser alguém na vida, você deve estudar, deve ler bastante.
O publicitário abaixo leu muito e deu nisso, dá só uma olhada no resultado...
 

 

 

 

 

Esse fez a lição de casa direitinho.


Escrito por relatoriodebordo às 17h03
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Ter a idéia ideal é como imaginar o cotidiano em um cenário criativo e abstrato, uni a idéia com a fantasia.
Essa propaganda é dos correios da Austrália, muito bom.

Tradução: “Se você quer mesmo tocar alguém, mande uma carta.”


Escrito por relatoriodebordo às 16h50
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03/07/2008

Frases para ter um dia mais inspirado...

David Ogilvy, fundador da Ogilvy & Mather
"A menos que a sua campanha contenha uma Grande Idéia, ela passará despercebida como um navio à noite."

Leonardo da Vinci, pintor italiano (1452-1519)
"A simplicidade é o último grau de sofisticação."


Escrito por relatoriodebordo às 11h48
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Julguem como quiser, para mim é jogada subliminar da empresa.
A AlmapBBDO diz ter sido surpreendida quando a uma de suas campanhas para o cliente havaianas no filme "Sex and the City".
No filme aparece a personagem Charlotte, vivida pela atriz Kristin Davis, segurando uma revista onde na capa possui uma propaganda realizada pela agência voltada ao público norte-americano, com uma das campanhas da havaianas no evento Mercedes-Benz Fashion Week.
A Almap alega não ser nenhuma jogada publicitária.

Será que é coisa do acaso???
A única coisa que posso afirmar é que este tipo de merchandise dá muito certo.

 


Escrito por relatoriodebordo às 11h23
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Pessoal, uma entrevista com Alexandre Gama da Neogama.
Uma matéria bem legal sobre tendências na área de criação publicitária e dicas para os futuros criativos da área.


Escrito por relatoriodebordo às 09h56
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02/07/2008

Entrevista com Marco Bebiano do Google, comenta sobre a mídia Internet como forma de divulgação.
Segundo ele, 37% do tempo de um latino americano é consumido em mídia eletrônica, em um mercado em que existe apenas 5% de investimento neste tipo de mídia.

Uma ótima informação para os navegantes.


Escrito por relatoriodebordo às 13h28
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Olha só que interessante, propagandas antigas que inspiram propagandas atuais, conceitos iguais para produtos diferentes.

Pôster da Revolução de 35:

Propaganda do Skoll Beats 2008.


Escrito por relatoriodebordo às 13h16
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Como seria a agência dos sonhos?
Cada um tem uma opinião, no meu pensamento é assim...


Escrito por relatoriodebordo às 12h54
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Vi e não resisti, postei para todos.
Quem diria que uma empresa de veículos poluentes conseguiria lançar uma idéia tão biológica e natural como essa.
Imagine você receber uma mala direta em casa na qual foi produzida com sementes de plantas.
Em resumo, é uma idéia que mostra que se a mala direta não servir não vai agredir o meio ambiente, vai ajudar. O mais importante é claro, é mostrar que a empresa está preocupada com o meio-ambiente.

Bela sacada gostei e postei para vocês.


Escrito por relatoriodebordo às 12h37
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